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Escrito por Roberto Merino
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Quinta, 17 Maio 2012 21:53 |
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"O que for meu será teu e o que for teu será meu". Quando Medida por Medida foi escrita por Shakespeare em 1604, o Rei Jaime I ocupava o trono da Inglaterra, logo após o falecimento de Elisabeth I. Com a Rainha enterraram-se também grande parte do otimismo e patriotismo dos seus súditos. Os filhos da "Rainha Virgem" sentiram-se órfãos, a classe média estava horrorizada com a forma como o dinheiro dos impostos era desperdiçado em excessos arrogantes. Muitos foram perseguidos e exilaram-se, as taxas dos impostos aumentaram, os ingressos do teatro subiram muito, afastando o grande público. Jaime I gostava do teatro e manteve em grande atividade no palácio, a trupe dos King's Men, (Os Homens do Rei) da qual Shakespeare fazia parte. “Medida por…” está entre as chamadas "comédias sombrias" junto a "Tróilus e Créssida".
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Escrito por Manuel Villas Boas
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Quarta, 16 Maio 2012 22:35 |
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O programa do passado dia 7 do corrente, teve pela primeira vez jus ao título escolhido pelos autores, embora lhe tivesse faltado um pormenor importante para um total acolhimento, a intervenção do público, o qual e dado o tema escolhido «A vida dos Portugueses», seguramente teria contribuído para ouvir importantes testemunhos das personagens mais sofredoras com a atual situação do País. No entanto e cientes de que «não há bela sem senão», houve oportunidade para seguirmos com atenção a exposição de ideias sobre duas conceções diferentes de sociedade: o socialismo e a social-democracia.
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Escrito por Salvador Santos
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Terça, 15 Maio 2012 21:51 |
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Ser atriz foi o seu sonho de criança. O pai, o professor e pintor Othão Luís, nunca a desencorajou. E a mãe também não. Quando deixaram a Figueira da Foz, era Madalena muito jovem, os pais fixaram-se em Oliveira de Azeméis para lecionarem na Escola de Artes e Ofícios (atual Escola Secundária Soares Basto). Muito vocacionada para as artes, a pequena Madalena frequentou naquela escola o curso de tapeçarias, disciplina que ali chegaria a lecionar mais tarde como “auxiliar de oficina”. Mas a sua grande paixão, o teatro, não esmorecia. Lia tudo o que podia sobre teatro: peças, biografias, revistas. A Cinéfilo, publicação muito em voga na época, continuava a patrocinar a descoberta de novos valores. Escreveu para a redação da revista e foi convidada a prestar provas em Lisboa. Nascia assim a atriz Madalena Sotto!
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Escrito por Manuel Villas Boas
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Segunda, 14 Maio 2012 20:38 |
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O dia apresentou-se cinzento e algo chuvoso, mas havia muita gente nas ruas em festa e confraternização, pois era o 1º de Maio que ia ser comemorado como habitualmente acontece todos os anos e desde 1891. E foi efetivamente um dos mais participados de que há memória. Alguém, entretanto, com certeza movido pela simpatia que o evento lhe merece e querendo ficar na história desta data ou, quem sabe, assenhorear-se dela, decidiu efetuar uma comemoração especial com os seus trabalhadores e enviou os arautos de serviço espalhar a boa nova: magnânimo e altruísta e do alto do seu pedestal iria conceder alguns euros à população para ajudá-la na crise.
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Escrito por Paiva Netto
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Sábado, 12 Maio 2012 22:55 |
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A mensagem da Semana Santa não é a da ruína, mas de vitória. Vitória sobre a morte! Em “O Drama Milenar do Cristo e do Anti-Cristo”, escreveu Huberto Rohden (1893-1981): “(...) o Cristo sempre ressuscita, mesmo de túmulos fechados, sigilados e guardados por Seus inimigos. É proibido ressuscitar — mas Ele sempre ressuscita... Os Seus verdadeiros amigos O encontram sempre glorioso, por toda a parte, em todos os tempos”.
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Escrito por Salvador Santos
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Sexta, 11 Maio 2012 21:51 |
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A música e o canto foram a paixão de infância desta ilustre portuense que viria a brilhar nos palcos do teatro português na segunda metade do século vinte. Mal começara o liceu, os pais inscreveram-na no Conservatório de Música do Porto, onde estudou canto durante dois anos. A música e as cantigas acabariam por abrir-lhe as portas do teatro. Estreou-se com pouco mais de vinte anos como discípula num espetáculo musical no Teatro Trindade, em Lisboa, e durante quatro anos andou entre a opereta e a revista em busca de um lugar nos palcos. E a tarefa não foi fácil. Foi longo e duro o caminho desta talentosa atriz que esteve na génese de uma das mais importantes companhias de sempre do nosso teatro independente: o Teatro-Estúdio de Lisboa.
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Escrito por Pedro Silva
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Quinta, 10 Maio 2012 22:31 |
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É um facto insofismável que a expressão primeira vez consubstancia, no seu imo, sensações e interpretações díspares, consoante o indivíduo. A todos nós é impossível olvidar a primeira vez que entrámos numa sala de aulas ou a primeira vez que os nossos lábios tocaram os seus congéneres, na pessoa amada. A emoção que a nossa progenitora sentiu ao ver-nos gritar, a plenos pulmões, quando acabamos de nascer, é provavelmente a sensação mais marcante do ser humano. Exatamente por isso, entendi que nesta minha primeira colaboração neste órgão de comunicação social, que agora se apresenta perante os seus olhos, seria de todo interessante dar-vos a conhecer a minha primeira vez.
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Escrito por Roberto Merino
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Quarta, 09 Maio 2012 21:39 |
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Mafalda Veiga e a Voz -Iniciativa do pelouro da Cultura, de Gaia; Conta-me Histórias, é um projeto inédito que para os seus criadores; “ pretende destacar artistas portugueses do ambiente musical, num formato de entrevista relativamente íntima nos diferentes palcos culturais da cidade de Gaia”. Já contaram as suas histórias Os Clã de Manuela Azevedo e Rita Redshoes. Na passada sexta-feira dia 20 de abril foi a vez de Mafalda Veiga no Auditório Municipal. O objetivo é realizar “uma sessão de conversa com os músicos sobre o processo de criação de canções e a importância que eles dão à palavra. Colóquios simples sobre o quotidiano, de boa disposição e irreverência.
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Escrito por António Meira
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Terça, 08 Maio 2012 22:07 |
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Os dados dos indicadores avançados divulgados na passada semana demonstraram um cenário diferente entre a Zona Euro e as restantes principais economias. Nos EUA, o indicador avançado registou um máximo de 10 meses (54.8 pontos), sinalizando que o sector industrial norte-americano está a crescer ao nível mais rápido dos últimos 10 meses. Este desempenho permitiu afastar os receios de um abrandamento no segundo trimestre. A subcomponente que mede o emprego registou o valor mais levado desde junho de 2011.
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