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Escrito por António Meira
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Segunda, 05 Janeiro 2009 21:52 |
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O Instituto alemão IFO, sediado em Munique, esmagou as anteriores previsões para 2009 na Alemanha. A maior economia da Zona Euro e o maior exportador mundial deverá ter uma contracção do PIB no próximo ano de -2,2% e de -0,2% em 2010. A revisão compara com os +1,0% anunciado em Junho passado. O IFO prevê uma subida do desemprego de 7,5% em 2008 para 8,0% em 2009 e de 9,2% para 2010. Para o próximo ano as exportações deverão cair 4,1% e as importações 3,6%. Quanto à inflação esperam que caia para 0,9% em 2009, substancialmente abaixo dos 2,6% esperados para 2008 e dá espaço ao BCE para comprimir também as taxas de juro de referência actualmente nos 2,5%, valor considerado como muito alto para uma real retoma da economia. O BCE tem sido lento a reagir nos anos de mandato do Sr. Trichet, talvez agora com os números aterradores do IFO se predisponham a ser mais rápidos. |
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O labiríntico corredor do poder |
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Escrito por José Manuel Couto
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Segunda, 05 Janeiro 2009 21:49 |
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Os profissionais do cultivo da terra sabem que há sementes para quase tudo. Tradicionalmente, guardavam-se amostras de boas colheitas para, maduras, se converterem elas próprias em boa semente para novas e proveitosas colheitas.Há algumas décadas, porém, tem surgido entre nós uma outra sementeira: os políticos de carreira. Com uma diferença. As tradicionais sementeiras geravam produtos, das mais variadas espécies, que se destinavam a alimentar as populações, a gerar vida. Esta nova sementeira, porém, salvo raras excepções, produz apenas uma espécie de camada superior da sociedade que asfixia tudo e todos à sua volta. Basta olharmos à nossa volta para concluirmos que a política está cada vez mais a ser tomada de assalto por alguns que dela fazem um modo de ser e de estar na vida. Seres que se alimentam à custa do sangue e do suor dos outros. Muitos doutores, muitos títulos, muitos conhecimentos, muitas influências…, uma quase pescadinha de rabo na boca. Uma sede insaciável de protagonismo Currículos invejáveis, que traduzem uma espécie de teia feudal. Que bem que estão na vida. Gente que nunca fez nada em prol dos outros. Gente que nunca se privou de nada em prol dos outros. Gerem bens públicos a bel-prazer, como crianças que brincam com os seus amigos e distribuem entre si todo o tipo de mordomias. Para estes não há crise: automóveis topo de gama, telemóveis, deslocações ao desbarato, visibilidade narcísica em tudo o que é imprensa, televisões, etc. Gostam de serem vistos. Melhor gostam de ser ver. São seres eleitos, predestinados a pensar pelos outros, a governar os outros. Melhor, a governar-se à custa dos outros. De preferência fora de casa, conscientes de que “santos ao pé da porta não fazem milagres”. É sempre bom ter uma ligação ou outra dentro do sistema, para se poder começar de novo, sempre que necessário, aqui ou ali. Primeiro de forma aparentemente humilde, depois, conquistada a confiança do Zé-povinho, afiar as garras e dizer-lhes simplesmente: ou vergas ou cais. Diz o povo que trazem o “rei na barriga”. |
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Escrito por Filinto Lima
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Segunda, 05 Janeiro 2009 11:55 |
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Na sua tradicional mensagem de Natal, o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo afirmou: “Que ninguém ouse transformar este sofrimento numa arma de luta política”, referindo-se ao conflito que opõe o Ministério da Educação aos sindicatos de professores que se agudizou com a avaliação de desempenho docente. De facto trata-se de um problema muito importante que preocupa todo o país que a torto e a direito emite opiniões, ora a favor do Governo ora a favor da classe docente. E o problema é tão importante que fez parte das preocupações deste Cardeal. Na verdade, não só em relação a esta situação mas também no que concerne a tudo, os extremismos são de excluir, sob pena de se perder a racionalidade e de se avançar para uma guerra que vitimizará os envolvidos na contenda e aqueles que, não querendo que a mesma existisse, são apanhados por ela. Sabemos que não é por terminar um ano e começar outro que as coisas, como que por magia, vão solucionar-se. Mas também estamos certos que os erros, para além do mais, devem servir para nossa aprendizagem, tirando sempre algo de positivo de situações que foram mal conduzidas, independentemente de culpabilizar o adversário, tremenda falha do ser humano. |
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Passado, presente e futuro |
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Escrito por Filinto Lima
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Sábado, 03 Janeiro 2009 11:18 |
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A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia homenageou uma vez mais os docentes e não docentes que se aposentaram nos últimos anos, retomando assim uma iniciativa interrompida há uns tempos a esta parte. Julgo que estes momentos não devem ser esquecidos, mau-grado a crise de que todos falam e queixam. O poder político deve estar atento a cerimónias como a que aconteceu, quer seja à volta de uma mesa durante uma refeição, quer seja noutros moldes, aproveitando para realçar o trabalho que durante muitos anos excelentes profissionais emprestaram às escolas e aos alunos. É reconhecido que Vila Nova de Gaia, em termos de Educação, está na frente, pois tem escolas do 1º ciclo bem conservadas e jardins-de-infância bem apetrechados. Aquelas, para além do mais, possuem quadros interactivos (um por cada sala de aula), o que revolucionou positivamente a forma de ensinar nas instituições educativas do nosso Município. Este testemunho tem sido constatado diariamente quando diversos docentes nos dizem que já não gostavam de voltar “ao antigamente”. Os alunos também reflectem positivamente este passo de gigante que agora outros municípios tentam dar. Devemos juntar a isto as actividades de enriquecimento curricular que já entraram no dia-a-dia das nossas crianças e também o apoio em termos financeiros (150 euros por turma) que a Câmara Municipal de Gaia decidiu atribuiu voluntariamente uma vez mais. É intenção da Autarquia a construção de “Campus Escolares”, proporcionando a 500 alunos atelier de artes, espaços multimédia, bibliotecas, entre outras valências, onde os recintos desportivos fazem parte integrante de um conceito inovador que permitirá revolucionar o sistema educativo de Vila Nova de Gaia. |
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Actualizado em ( Sábado, 03 Janeiro 2009 11:41 )
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As Eleições, a Politica e os Políticos |
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Escrito por Jorge Queiróz
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Sábado, 03 Janeiro 2009 11:14 |
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O ano de 2008 não nos deixa boas recordações, mas temos que continuar a acreditar no futuro. É nos momentos difíceis que o “Homem” se revela e os Portugueses ao longo da sua História, deram muitos e bons exemplos disso mesmo. Sou dos que defendo que nos momentos de crise, seja ela qual for, não pode haver lugar para pessimismos, nem para desânimo. O que não invalida que manifestemos uma preocupação consciente e façamos uma leitura objectiva da realidade, como base de partida para o encontrar das melhores soluções. No momento actual, podemos e devemos, centrar os nossos esforços em duas áreas essenciais: a Política e a Economia. Na Política, porque são os decisores políticos que têm, na prática, as armas para o combate à crise e para o implementar das soluções possíveis para o futuro. Na Economia, porque sem crescimento económico, ou seja, sem criação de riqueza, não há soluções. No Plano macroeconómico, e como tenho reiteradamente defendido, no actual contexto, a solução passa pelo apoio ao Investimento Privado, pela redução do IVA e por uma selectiva politica de Investimentos Públicos. Tendo em consideração o excessivo endividamento público, que ultrapassa já o Produto Interno Bruto Anual, cerca de 155 mil milhões de euros, bem assim como o próprio endividamento do País, superior a 440 mil milhões de euros, só deveriam ser viabilizados os investimentos públicos, geradores de riqueza “efectiva”. A redução da taxa do IVA, permitiria não só aumentar instantaneamente a competitividade das nossas empresas, mas também dinamizar o Consumo Privado. |
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2008: ANO MARCADO PELA VERDADE… |
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Escrito por Delfim Sousa
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Sábado, 03 Janeiro 2009 11:08 |
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Apesar de tudo… (e que tudo…), penso que o ano de 2008 correu perfeitamente! A Verdade assumiu a dianteira com transparência e destronou todos os mitos do sucesso contemporâneo construído sobre as areias movediças da mentira humana. É inacreditável, hoje, encararmos que nações inteiras pensaram coisas irreais e foram, colectivamente, influenciadas e obcecadas por ideais sem sentido nem existência que partiram de tresloucadas mentes individuais, ardilosamente estranhas!.... Como foi possível a gestão política nacional, internacional e mundial ter acreditado no “encanto” do neoliberalismo que, suportado por uma globalização arrasadora, cavou fossos de desigualdades inimagináveis e injustiças sem fim (entre outras, o desemprego em massa)? Como foi possível acreditarmos tantos anos, sem qualquer suspeita de falta de idoneidade, em Bancos, mercados financeiros e índices bolsistas sem existência real ou fiscalização superior de tutela central adequada? |
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Escrito por Júlio Martins
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Sábado, 27 Dezembro 2008 11:29 |
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Estamos no final de mais um ciclo político e corremos o risco, na opinião dos mais entendidos, de ter perdido mais uma oportunidade política para mudar muitas coisas, entre elas, a Justiça – talvez a mais complicada, como é evidente! A verdade é que os portugueses têm nos dias de hoje menos qualidade de vida e menos efectividade nos serviços públicos ao seu dispor e nem precisam de ir ao Terreiro do Paço para sentir na pele o desprezo com que as suas mais prementes necessidades são tratadas, olhos nos olhos. Basta ter de se deslocar aos serviços de uma qualquer autarquia, ou ao centro de saúde lá da parvónia (com raríssimas excepções) para rubricar um documento (… e eles são aos montes por dá cá aquela palha!...) tem de se despedir do emprego, porque se não o fizer, quando lá chegar sofre o desgosto de lá encontrar outro no seu lugar: mais barato, mais novo, mais activo e produtivo. Pode não ser nada disto que se apregoa, mas a entidade pública ou privada tem o verbo registado na ponta da língua que atinge o primeiro indígena e o torna vítima por todos estes casos e outros semelhantes… |
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Escrito por Claudio Anaia
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Sábado, 27 Dezembro 2008 11:18 |
Normalmente não gosto desta altura festiva do Natal.
Barulho por todo lado, compras, créditos e esbanjamento de dinheiro para as prendas e mais prendas. As pessoas esquecem que o Natal existe porque Jesus nasceu…. Vimos um Natal travestido de Pai Natal, mais uma época que continua a lógica do Ter sobre o Ser…. E lembrar que Jesus nasceu num estábulo na pobreza!
Milhões de pessoas comemoram o Natal. Os pinheiros são enfeitados, as casas e ruas ficam cheias de luzes, ceias familiares são realizadas e muitos presentes são trocados. Mas, será que pode existir uma comemoração real sem a presença d´Aquele por causa de quem o Natal é festejado?
Vivemos uma época de decadência desenfreada rumo à capitalização e marketing desse dia 25 de Dezembro. Com o real significado do Natal cada vez mais esquecido….Vejo pelas crianças que já tem inteligência suficiente para saber que Pai Natal não existe, e que o Rudolph e os gnomos ajudantes são só uma continuação dessa mentira. E elas sabem quem é Jesus? Obviamente que não.
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