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Escrito por Roberto Merino
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Sexta, 20 Janeiro 2012 21:32 |
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Em 1963 estreava-se como ator, Felipe La Feria, na Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro, sedeada no Teatro Nacional D. Maria II. Mais tarde se seguiriam participações em peças no Teatro Estúdio de Lisboa, Teatro Experimental de Cascais (TEC), Casa da Comédia e Teatro da Cornucópia. La Feria foi assistente de encenação de Victor Garcia, em As Criadas de Jean Genet, no TEC, obra vibrante que nas mãos do encenador argentino encontrou em Eunice Muñoz uma das suas mais brilhantes interpretes. Bolseiro da Gulbenkian, fixou-se em Londres onde continuo os seus estudos de encenação. Durante dezasseis anos foi diretor da Casa da Comédia, realizando os espetáculos Faz tudo, faz tudo, faz tudo!, A paixão segundo Pier Paolo Pasolini, A marquesa de Sade, Eva Péron, Savanah bay, A bela portuguesa, Electra ou a queda das máscaras, Noites de anto ou A ilha do oriente.
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Escrito por António Meira
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Quinta, 19 Janeiro 2012 22:10 |
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A Reuters teve na passada semana acesso a um documento preliminar sobre o que será o novo tratado europeu que a Alemanha pretende aprovar. O novo tratado pretende controlar os orçamentos, que se pretende sejam equilibrados. Haverá períodos de tolerância para economias em recessão ou que não possam cumprir de imediato com o acordado, mas também se prevê que os países incumpridores sejam julgados em tribunal europeu. A data prevista para a entrada em vigor deste tratado é de 1 de Janeiro de 2013 e a Alemanha pretende que o ESM – mecanismo permanente de resgate europeu – só possa ser utilizado pelos países que assinarem o tratado. O tratado entraria em vigor, segundo este documento, quando apenas 12 dos 17 países da zona euro o ratificassem.
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Escrito por Manuel Villas Boas
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Quarta, 18 Janeiro 2012 21:09 |
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No Artigo 64º da nossa Constituição, nossa e não de outro País qualquer, podemos ler que «todos têm direito à proteção da saúde e o dever de a defender e promover», sendo esse direito realizado «através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito» e «pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a proteção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável».
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Escrito por Salvador Santos
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Terça, 17 Janeiro 2012 21:17 |
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A generalidade do público de hoje conhece-o apenas das comédias do cinema português que interpretou na década de 1940, e que a RTP revisita com alguma frequência, mas ele foi sobretudo um homem de teatro. Não tinha ainda seis anos quando pisou o palco pela primeira vez, na revista “Tiros sem Bala”, levada a cena na sua Lisboa, no há muito desaparecido Grémio dos Despretensiosos. A estreia como profissional aconteceria porém fora da capital, no Teatro Virgínia, em Torres Novas, no espetáculo “A Maluquinha de Arroios”, com o qual percorreu quase todo o país de norte a sul. Vivia-se o ano de 1929, e no cartaz surgia em letras muito pequeninas o nome de Francisco Lopes Ribeiro, que viria a ficar conhecido do grande público como Ribeirinho e… junto da gente do espetáculo como Mestre Ribeiro.
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Escrito por Filinto Lima
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Segunda, 16 Janeiro 2012 22:04 |
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O nosso concelho é peculiar no movimento associativo que dinamiza muitas atividades, mas também nas pessoas que se entregam de corpo e alma à sua profissão. António Carlos Almeida Teixeira deixou de ser diretor da Escola Secundária António Sérgio, pois atingiu as condições de aposentação, que lhe foi deferida. Professor desde o início da década de 70, lecionou em escolas da Vila da Feira, Porto, Santo Tirso e Ermesinde, efetivando na sua escola do coração no ano letivo 89/90, onde permaneceu mais de 20 anos.
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Escrito por Paiva Netto
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Domingo, 15 Janeiro 2012 21:58 |
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Primeiro de janeiro de 2012. Pouco antes de o Terceiro Milénio ter início, houve quem ficasse deslumbrado, aguardando o surgimento dele. Esperavam que tudo imediatamente se transformasse como num milagre, num estalo, pá! Contudo, como essa mudança repentina não ocorreu, frustrou a muitos. O filósofo e matemático alemão Leibniz (1646-1716), afirmava que “Natura non facit saltum” (a Natureza não dá saltos). Uma verdade científica. Faço este preâmbulo para saudar um novo ano, porque o nosso dever é não desistir. Não jogar a toalha.
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Escrito por Manuel Villas Boas
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Sábado, 14 Janeiro 2012 22:06 |
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Não poucas vezes temos tido oportunidade de conhecer a opinião, divulgada «urbi et orbi», de grandes empresários portugueses, administradores e donos de empresas nacionais cotadas na Bolsa, pessoas que não se cansam de invocar o interesse nacional, especialmente em tempos de crise grave como aquela que atualmente vivemos, onde é necessário solidariedade e justa repartição dos custos da mesma.
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Escrito por Roberto Merino
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Sexta, 13 Janeiro 2012 21:54 |
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Os últimos dias do ano nos informam da morte de Vaclav Havel, ícone da "Revolução de Veludo" em Praga (1989) e presidente checo de 1989 a 2003. Militante dos direitos humanos, Havel passou cinco anos nas prisões comunistas. Sob o comunismo, foi um activo militante organizando espetáculos de artistas dissidentes. " Havel foi o símbolo dos acontecimentos de 89, do retorno de nosso país à democracia", declarou o primeiro-ministro Petr Necas, após o anúncio da morte. Depois do fim de seu mandato, Fevereiro de 2003, apesar de sua saúde frágil, o dramaturgo e ex-dissidente anticomunista da Carta 77 dedicou-se a lutar pelos direitos humanos em Cuba, Mianmar ou Rússia.
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